Em virtude da epidemia de COVID - 19 que grassa no país e dando seguimento às indicações da DGS os eventos das confrarias nos próximos fins-de-semana (estão a ser cancelados)

Em tempos dificeís as Confrarias quiseram partilhar com todos as suas Palavras férteis na Esperança...

"Hoje, mais do que nunca, quero manter o meu sorriso, quero acreditar e sentir o ânimo de que seremos capazes de fazer o melhor por todos e por cada um de nós. Não sabemos o que nos espera, cada dia será uma aprendizagem, mas teremos sempre a certeza de nos termos uns aos outros. Essa é a nossa maior força perante a agressiva situação que vivemos. Somos confrarias, somos gastronomia, somos PORTUGAL, somos pessoas e vamos acreditar sempre."
Olga Cavaleiro, Presidente da FPCG

"Não, você não é o único a desesperar e a acreditar que está louco ...
Não é com certeza o único, a pensar que não está a dar conta do recado, como deveria ...
Que não se sente capaz ...

Como acha que todos os outros estão?
Estamos todos no mesmo barco!
E se servir de consolo a alguém, todos nos debatemos com as mesmas dúvidas, as mesmas questões ...
E temos dúvidas ...
E estamos cansados ...
E nervosos ...
E mal dispostos ...
Mas vamos tentar, nos dias que nos parecem todos iguais, aproveitar um pouco do positivo que esta situação nos trás ...
O estar com a família ...
O fazer coisas em conjunto que, de outra forma, nunca faríamos ...
A disponibilidade mental para viajar no tempo, quer seja o "tempo passado" ou o "tempo futuro"!
Fazer planos ...
Viajar num livro ou viver outra vida num filme ...
Aproveitar o sol que bate na janela ou sentir a chuva e o frio, que faz lá fora, junto a uma lareira acesa ...
Aproveitar os sentimentos e sensações que, de outra forma, nos fugiriam por entre o tempo, que não teríamos!

Sejamos Portugueses na sua totalidade ... a reclamar do que temos mas sempre otimistas, até ao fim, com a força e determinação necessárias, para ultrapassar esta fase diferente!"
Sílvia Santos, Confraria As Sainhas

À Federação, a todas as confrarias e amigos
Em primeiro espero que todas que fazem parte deste movimento confrádico, e seus familiares se encontrem bem de saúde. Dada a situação que estamos a passar, temos de acreditar, ter fé e não podemos perder a esperança. Temos todos que seguir as recomendações da DGS para que tudo isto passe o mais rápido possível e termine da melhor forma.
Fátima Rito, em nome da confraria dos sabores da Abóbora enviamos um forte abraço para todos.

Confraria dos Sabores da Abóbora

"Estamos a viver uma situação nova para muitos muitos de nós, habituados a ter todas as comodidades e facilidades de repente temos de ficar em casa e gerir o nosso dia a dia de uma maneira muito diferente....e não sabemos!
Hoje e daqui para a frente vamos ter de ser o que nós somos mesmo: ser Portugueses!
E esse papel também é o nosso, o papel das Confrarias.
É uma oportunidade para renascer, procurar a nossa essência que é onde está a nossa força!
Fiquem todos seguros pois todos vamos ser precisos!
Juntos iremos ultrapassar isto, porque somos Confrarias, porque somos Portugal!"
Ricardo Cruz, Real Confraria Gastronómica das Cebolas, Castêlo da Maia

Nunca pensei que decorridos 20 meses após ter sido atingido por uma tempestade que deixou muitos estragos, estaria agora e com esta idade, metido numa outra tempestade que é uma autêntica guerra, para a qual nada contribuí e desencadeada por um inimigo muito forte equipado com armas altamente mortíferas e invisível e traiçoeiro.
Todos somos alvos a abater, a situação é muito grave e está instalada, não há que ignorar, o inimigo espreita-nos e tenta cercar-nos.
Neste planalto de Santarém acerco-me dos seus mirantes que abarcam a paisagem que vai das Serras de Aire e Candeeiros até ao Castelo de Palmela e não consigo vislumbrar qualquer movimento deste feroz inimigo.
Perante tal gravidade somos todos fisicamente demasiado fracos para enfrentar esta guerra desigual mas cada um de nós tem dentro de si duas peças fundamentais chamadas “coração” e “cérebro” sendo a primeira a que produz energia sem limites capaz de derrubar montanhas e a segunda a que tem a seu cargo saber utilizar essa mesma energia, com muita serenidade e em doses moderadas para podermos ir encontrando soluções para os problemas que nos surjam.
Se a maioria da população tiver uma postura serena, unidos venceremos.
É imperioso “vencer” porque depois de ultrapassados os maiores embates desta tempestade outras questões irão surgir com as operações de rescaldo porque tudo nunca mais voltará a ser como era antes.
Quando o rescaldo chegar, porque vivemos num Mundo Cão, os predadores irão surgir também.
Não se trata de pessimismo, é a realidade que nos cerca, para a qual devemos estar atentos.
É pois momento de cerrar fileiras, carregar as nossas baterias e não desbaratar energias, antes pelo contrário é necessário poupa-las procurando entre os que nos rodeiam, aqueles que sejam capazes de, com toda a franqueza e lealdade, construir uma cadeia muito forte que faça face a esta tormenta.
Passado que seja o turbilhão maior voltará a acalmia que nos trará o sossego que necessitamos para verificarmos se aprendemos algo com tudo isto, fazermos um balanço do mau tempo passado para que em breve possamos voltar dar as mãos e a abraçar-nos sem receios.
Aqui fica uma palavra de muita esperança e para todos os nossos Confrades do Minho aos Açores aquele abraço. Até breve.
Cruz Marques, Confraria da Gastronomia do Ribatejo

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